Prontuário eletrônico odontológico com odontograma digital
Ficha em papel some, evolução escrita na correria vira letra ilegível, e a foto do caso clínico fica espalhada no celular de 3 pessoas diferentes. O prontuário eletrônico odontológico do A2Odonto junta odontograma, anamnese, evolução e arquivo num lugar só — a ficha do paciente.
Prontuário eletrônico odontológico é o registro digital completo do paciente: odontograma marcado dente a dente (com a face exata do procedimento), anamnese com alerta clínico automático, evolução de cada atendimento e fotos guardadas por pasta. No A2Odonto, a evolução pode ser transcrita da fala do dentista por IA, e documentos e anamnese são assinados pelo paciente direto no celular.

O que trava sem esse recurso
- A ficha de papel do paciente de 8 anos atrás está numa caixa, e ninguém lembra em qual.
- A evolução foi escrita correndo entre um paciente e outro, e depois nem o dentista entende a própria letra.
- As fotos de antes/depois do caso estético estão espalhadas entre o celular da recepção e o do dentista.

O que o prontuário eletrônico guarda?
Identificação, anamnese, odontograma, evolução e anexos numa ficha só. Nenhuma camada é a principal — faltando uma, as outras perdem sentido clínico.
Como o A2Odonto resolve isso?
O odontograma marca cada dente por status (saudável, cárie, restaurado, extração, implante, prótese, a realizar) e registra a FACE exata do procedimento — informação que, em ficha de papel, quase sempre falta e o dentista tem que redigitar de memória na hora de executar. Pra harmonização orofacial, o faceograma (HOF) faz o mesmo papel, mapeando o terço do rosto tratado.
A anamnese é digital e pode disparar um alerta visível na ficha quando a resposta é clínica (alergia, uso de anticoagulante, condição cardíaca) — pra ninguém abrir a ficha inteira em busca de um dado que já deveria estar visível. A evolução de cada atendimento fica no histórico do paciente, e pode nascer de uma transcrição por IA a partir do que o dentista fala durante o procedimento, revisada antes de virar registro definitivo.
O que muda na prática?
- Antes: ficha de papel, um arquivo por gaveta, sem busca.
- Depois: ficha digital, buscável por nome, telefone ou CPF, com histórico completo num único lugar.
- Antes: evolução escrita à mão, ilegível meses depois.
- Depois: evolução digitada ou transcrita por IA, com data e dentista responsável.
- Antes: foto do caso no celular pessoal, sem backup e sem vínculo com o paciente.
- Depois: fotos e documentos guardados na ficha, organizados por pasta, sem custo por armazenamento.
- Antes: termo de consentimento impresso, assinado à caneta, arquivado numa pasta física.
- Depois: assinatura eletrônica ilimitada, feita pelo paciente no próprio celular.
Onde ficam as fotos do caso clínico?
Pra quem trabalha com estética de alto ticket (lentes, facetas, harmonização), o portfólio de antes/depois é parte do argumento de venda do próximo caso. O prontuário está no plano Pro, a partir de R$ 149/mês, com usuários ilimitados. Ter a foto vinculada à ficha certa — não solta num álbum do celular — é o que permite reaproveitar o caso com segurança e consentimento.
Como sair do papel sem parar de atender?

A diferença que pesa no dia a dia não é a organização visual: é a recuperação. O papel exige saber onde está; a ficha digital exige saber o nome.
A migração não precisa ser completa para começar a valer, e no A2Odonto ela é automatizada e leva 24 horas. Traga quem está em tratamento ativo e quem tem consulta marcada nos próximos 3 meses; o arquivo antigo entra quando o paciente voltar. Reserve 2 semanas de convivência entre o papel e a tela, e não mais que isso. O passo que não pode falhar é a data de corte — a partir dela, nada novo entra no papel.
E vale começar pela anamnese, que o próprio paciente preenche antes da consulta pelo link que sai junto da confirmação de 24 horas — o que tira 5 a 10 minutos de digitação da recepção em vez de acrescentar.
Em qual plano este recurso está
Perguntas frequentes
O que muda com prontuário digital para dentista?+
Muda a recuperação: o papel exige saber onde está, a tela exige saber o nome. Na ficha digital ficam odontograma, anamnese, evolução e fotos com data e autoria, e a evolução pode ser ditada e transcrita por IA. A migração do papel é automatizada e leva 24 horas; está no plano Pro, R$ 149/mês.
O odontograma digital substitui o papel por completo?+
Sim. Todo o histórico dentário — os 32 dentes permanentes e os decíduos, status de cada um, face do procedimento — fica na ficha digital, com plano de tratamento separado do que já foi realizado.
A anamnese avisa sobre alergia ou condição de saúde?+
Sim. Perguntas marcadas como clínicas — alergia a anestésico, uso de anticoagulante, condição cardíaca, entre outras — geram 1 alerta visível assim que a ficha é aberta, sem precisar reler a anamnese inteira.
Como funciona a transcrição de evolução por IA?+
O dentista narra o que fez durante ou logo após o atendimento, e a IA transcreve como rascunho de evolução — que fica separado do registro definitivo até o dentista revisar e confirmar. Nada vira ficha oficial sem essa confirmação.
As fotos do paciente ficam em algum limite de espaço?+
Não. O armazenamento de fotos e documentos é gratuito e organizado por pasta dentro da ficha — sem cobrança adicional por quantidade.
A assinatura eletrônica tem validade jurídica?+
A assinatura é feita pelo paciente no celular e o sistema registra evidências do processo (IP, dispositivo, hash do documento) junto com a assinatura, seguindo o modelo de assinatura eletrônica simples previsto na MP 2.200-2/2001.
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